Das vozes que escutava, nenhuma podia entender. Das vozes que escutava inevitavelmente se perdia. E ia, longe, distante, em passos curtos e ansiosos. Queria chegar, chegar e abraçar. Chegar e reconhecer: este é o meu lugar! Os passos. Cada vez mais lentos. Cada vez mais apenas passos. Que não chegavam.
Das vozes que escutava, ouvia apenas uma. Das vozes que se perdia, sentia apenas por não ser aquela outra. Queria chegar, chegar e beijar. Dizer: eu sabia que você existia! Os passos. Cada vez mais sozinhos. Cada vez mais perdidos. Sabia que devia perguntar, sabia que devia parar e pensar. Mas os passos... Sabia que, se caso parasse, se caso hesitasse apenas por um momento, eles cessariam. Cansados, não mais procurariam.
Das vozes que ainda escutava, acreditava em apenas uma. Das vozes que ainda escutava, sorria apenas por não mais que duas. Mas já não ia mais tão longe. Os passos, cansados, se retraíam, se acovardavam. Por mais que quisesse chegar, chegar e acarinhar, o cansaço prevalecia. E tudo em que pensava era dizer “me sinto tão bem aqui!” Mas os passos, eles já não iam. Não mais se reconheciam. Iam distantes, sim, mas sozinhos, sem qualquer direção.
Das vozes que se calaram, lembrava apenas de uma. Das vozes que se calaram, soube que não entendera nenhuma. Enfim, parou. Parou, olhou, pensou. Passos? Foram embora. “Será que cheguei?” Não chegou. Parou, olhou, chorou. “Então era isso.” Queria chegar, e não chegou. Queria dizer, mas não encontrou. Aquele lugar, que ia distante, tinha certeza de que ele existia. "Mas não aqui.”
Talvez, fosse pro outro lado.
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Das vozes que escutava, ouvia apenas uma. Das vozes que se perdia, sentia apenas por não ser aquela outra. Queria chegar, chegar e beijar. Dizer: eu sabia que você existia! Os passos. Cada vez mais sozinhos. Cada vez mais perdidos. Sabia que devia perguntar, sabia que devia parar e pensar. Mas os passos... Sabia que, se caso parasse, se caso hesitasse apenas por um momento, eles cessariam. Cansados, não mais procurariam.
Das vozes que ainda escutava, acreditava em apenas uma. Das vozes que ainda escutava, sorria apenas por não mais que duas. Mas já não ia mais tão longe. Os passos, cansados, se retraíam, se acovardavam. Por mais que quisesse chegar, chegar e acarinhar, o cansaço prevalecia. E tudo em que pensava era dizer “me sinto tão bem aqui!” Mas os passos, eles já não iam. Não mais se reconheciam. Iam distantes, sim, mas sozinhos, sem qualquer direção.
Das vozes que se calaram, lembrava apenas de uma. Das vozes que se calaram, soube que não entendera nenhuma. Enfim, parou. Parou, olhou, pensou. Passos? Foram embora. “Será que cheguei?” Não chegou. Parou, olhou, chorou. “Então era isso.” Queria chegar, e não chegou. Queria dizer, mas não encontrou. Aquele lugar, que ia distante, tinha certeza de que ele existia. "Mas não aqui.”
Talvez, fosse pro outro lado.
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Comentários
e obrigada por terme ensinado a favoritar blog ¬¬ haiehe, já me ajudaram a te adicionar..
beijo
gtm =*