Tão difícil. Sempre é. Controlar, segurar, supervisionar. Cada vontade, cada desejo. Não, ela não consegue. E é insuportável toda aquela ânsia por qualquer coisa que a segure quando ela diz que não se importa. Ou quando diz que se importa. Tanto faz. Sempre fez. Quando Helena quer, ela consegue. É o que dizem.
Helena. “Por que diabos esse nome?” Helena de Tróia deve detestar o fato de ter seu nome posto em mulheres que não o mereçam. Ou que o desonrem. É o que minha Helena pensa. Engana-se. Ela o merece, muito mais que as outras. Só que ainda não sabe. Enfim.
Quando as vontades de Helena são descobertas, é como se a descobrissem. Por isso ela as esconde. Mas invariavelmente, tudo o que ela tenta esconder acaba por se fazer descoberto no momento mais inoportuno. Ou talvez até seja oportuno, mas não para ela. Só para os outros.
Os outros. O que Helena quer com os outros? Nada. Nunca quis. O que ela quer nada tem a ver com os outros. Ou são os outros que nada tem a ver com o que ela quer.
Aquela ânsia. Aquele impulso. Aquela música diz tudo. Para ela. Diz o que ela só tem vontade de dizer. Diz o que ela só tem vontade de fazer. Ela quer o que consegue? Quer. Às vezes. Na maioria das vezes é capricho. Então não quer mais o que conseguiu.
Mas ela sabe o valor das coisas. Sua vontade incontrolável por tudo, por qualquer coisa pode parecer sem sentido. Sem razão. É verdade, é assim mesmo. Mas e precisa de um sentido? Precisa de razão? Ela só quer. Mas Helena sabe que seus caprichos têm fundamentos. Não quer nada além do que sua alma quer.
Helena é alma. Daquelas bem vivas e insuportáveis.
(Minha Helena. Nunca sua. Jamais nossa).
Essa vontade que Helena tem, vontade que nunca sacia, que nunca diz chega, essa vontade é que a mantém viva. Que a faz sentir-se viva. Sentir-se alma. Sentir-se. Essa vontade que a domina, que domina seus pensamentos, vontade que domina desejos, essa vontade é que faz de Helena o que ela é.
“The hunger inside...”
Helena quer. Quer querer. Não sabe parar.
Mas é tão difícil. Sempre é. Controlar, segurar, supervisionar.
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Helena. “Por que diabos esse nome?” Helena de Tróia deve detestar o fato de ter seu nome posto em mulheres que não o mereçam. Ou que o desonrem. É o que minha Helena pensa. Engana-se. Ela o merece, muito mais que as outras. Só que ainda não sabe. Enfim.
Quando as vontades de Helena são descobertas, é como se a descobrissem. Por isso ela as esconde. Mas invariavelmente, tudo o que ela tenta esconder acaba por se fazer descoberto no momento mais inoportuno. Ou talvez até seja oportuno, mas não para ela. Só para os outros.
Os outros. O que Helena quer com os outros? Nada. Nunca quis. O que ela quer nada tem a ver com os outros. Ou são os outros que nada tem a ver com o que ela quer.
Aquela ânsia. Aquele impulso. Aquela música diz tudo. Para ela. Diz o que ela só tem vontade de dizer. Diz o que ela só tem vontade de fazer. Ela quer o que consegue? Quer. Às vezes. Na maioria das vezes é capricho. Então não quer mais o que conseguiu.
Mas ela sabe o valor das coisas. Sua vontade incontrolável por tudo, por qualquer coisa pode parecer sem sentido. Sem razão. É verdade, é assim mesmo. Mas e precisa de um sentido? Precisa de razão? Ela só quer. Mas Helena sabe que seus caprichos têm fundamentos. Não quer nada além do que sua alma quer.
Helena é alma. Daquelas bem vivas e insuportáveis.
(Minha Helena. Nunca sua. Jamais nossa).
Essa vontade que Helena tem, vontade que nunca sacia, que nunca diz chega, essa vontade é que a mantém viva. Que a faz sentir-se viva. Sentir-se alma. Sentir-se. Essa vontade que a domina, que domina seus pensamentos, vontade que domina desejos, essa vontade é que faz de Helena o que ela é.
“The hunger inside...”
Helena quer. Quer querer. Não sabe parar.
Mas é tão difícil. Sempre é. Controlar, segurar, supervisionar.
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