[ninguém entra, nem eu saio
aqui desse coração]
Não é sobre sermos perfeitos.
É sobre entrega, viver a vida com o coração.
Ser saudável emocionalmente é bom, ser maduro é bom, mas nada disso é tão útil assim quando o assunto é amor/amar.
Parece que não - é um contrasenso, contraintuitivo? -, mas é isso mesmo.
Porque o amor não erra, não machuca, não aprisiona, não sufoca, não dói, não mata.
Ele é natural, intuitivo, auto eficiente.
O que erra, o que machuca, o que aprisiona, o que sufoca, o que dói, o que mata somos “nós”, agindo na ausência do amor, ou melhor, É a própria ausência de amor em ação - em mim, em você.
Mas tá tudo bem. O poder do amor é grande demais, e assusta demais, (porque) ilumina demais - luz que cega os olhos. Mas só num primeiro momento, logo os olhos se acostumam, se ajustam à luz.
Você percebe então - talvez - que aquela dor da cegueira momentânea era só aquele milissegundo de contraste entre um estado de total escuridão com o seguinte, em que uma luz é acesa. O que assusta é isso, o que dói é isso: a mudança de um estado para o outro, da ausência que se percebe diante da presença, da presença do amor.
Amor é amor.
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